quarta-feira, 23 de novembro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011


Conceituando Hipertexto

 Ao escrever sobre hipertexto é necessário incorporar alguns termos relacionados a ele, como conexão, escrita colaborativa e também a idéia de não linearidade. O próprio entendimento da palavra nos remete a um texto bem grande, que por sua vez, parte da produção coletiva sobre determinado assunto. Ao leitor é permitida a livre escolha sobre quais caminhos deseja percorrer, as informações fazem parte de uma conexão que a cada clic nos transporta a novas portas de entrada. Não há uma sequência lógica pré- estabelecida, justificando assim a idéia de não linearidade. Na Wilkpedia, o hipertexto é um texto em formado digital onde o acesso as informações se dá através de links, porém, a quem defenda que, se superar a forma tradicional, pode ocorrer também no papel. Marcuschi (2001), ao elencar as características do hipertexto como: texto não-linear, volátil, topográfico, fragmentário, de acessibilidade ilimitada, multisemiótico, interativo, afirma que “de um modo geral, essas propriedades do hipertexto o tornam um fenômeno essencialmente virtual” (2001).
Aqui se defende a lógica de que hipertexto é um texto em formado digital, essencialmente integrado a internet, pois além de apresentar um conjunto de informações escritas, agrega sons e imagens que enriquecem e tão mais qualidade às informações desejadas.
No processo de aprendizagem, o uso de hipertextos só trará benefícios, pois é um poderoso incentivo ao aprender a aprender, condição indispensável para o cidadão da sociedade do conhecimento.


Referências:


MARCUSCHI, Luiz Antônio. 1998. O hipertexto como um novo espaço de escrita em sala de aula. In: Linguagem & Ensino, Vol. 4, No. 1, 2001 (79-111). [f_marcuschi.pdf]. Disponível em: <http://rle.ucpel.tche.br>. Acesso em: 07de setembro de 2011.

HIPERTEXTO, aberto. In: Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Conteúdo_aberto&oldid=15696001> Acesso em: 7 ou setembro de 2011.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011


Reflexões iniciais

Já algum tempo vem se percebendo o declínio gradativo do empenho escolar de uma grande parte dos alunos. Percebe-se um desâmino em cadeia, a cada ano que se passa o problema se agrava fazendo com que paire uma enorme dúvida no ar. Muitos professores até se desmotivam por considerarem-se de mãos atadas. Isso clarifica o fato de que a sociedade transforma-se efemeramente por estar viva e a escola ainda coloca seus alunos enfileirados preparando-os para o repasse morno de algo sem o movimento que a vida exige.
Estamos a poucos passos de um novo paradigma educacional ditado pela sociedade do conhecimento e a escola na deve ignorá-lo ou cercear a sua dinâmica, contudo, deve procurar conhecer o movimento dessa nova cultura de aprendizagem, ampliando os espaços para que ela ocorra de forma que venha a desenvolver o cidadão.
O fato da sociedade está sendo bombardeada de informações não assegura que tais informações convertam-se em conhecimentos, como um passe de mágica. Com isso evidencia claramente um papel preponderante dos profissionais da educação, fazer com que os alunos possam ter um olhar crítico diante disso. Tenham competência para construir a sua própria verdade através da busca autônoma do conhecimento.
As tradicionais competências de memorizar conteúdos e reproduzi-los, que algumas escolas até os dias hodiernos insiste em perpetuá-las, deve necessariamente abrir espaço para que se desenvolva nos alunos e também nos professores a capacidade de gestão do conhecimento onde a aquisição, interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação sejam aquisições indispensáveis.
Frente a tais reflexões, nota-se que mudanças crescentes devam ocorrer no processo ensino aprendizagem e para isso, indiscutivelmente, necessita-se de um novo desenho dos agentes do processo – professor e aluno.